A louca dos livros

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O livro é narrado por Lowen, uma escritora sonâmbula que gosta do anonimato. Logo no primeiro capítulo, ela presencia um acidente e em decorrência disso acaba conhecendo Jeremy, marido de Verity. Lowen é chamada para continuar a escrever os livros de Verity, que sofreu um acidente e se encontra incapaz de terminar os três últimos livros de sua série. Após aceitar a proposta, Lowen vai para a casa de Verity para pegar as anotações e ideias dos próximos livros, mas acaba se deparando com um manuscrito de uma biografia de Verity, e descobre que nem tudo é o que parece ser e que a família esconde muitos segredos.


O que achei do livro: Não foi a primeira vez que li um livro da Colleen Hoover, mas com certeza será a última. Quando acabei de ler, senti uma repulsa enorme, coisa que nunca senti antes lendo um livro, além de raiva da história e dos personagens. Não consegui simpatizar com nenhum deles e me perguntei o tempo todo como pode existir pessoas assim. Lowen foi contratada só para terminar a sequência de livros de Verity, mas acabou estragando a vida de um monte de gente e tomando o lugar dela. E para quem criticou tanto a Verity por ser obsecada por Jeremy, acabou sendo pior. Não tem um esclarecimentos dos fatos no final do livro, pelo contrário, só deixa o leitor com mais dúvidas. O livro fala sobre aborto, sexo, assassinato e traição. Ponto positivo do livro: A capa é linda.

Nota: 1/5

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Caraval conta a história de Scarlett e Donatella, duas irmãs que vivem com um pai abusivo e violento, o governador Marcello Dragna, e têm o sonho de conhecer Caraval. O livro começa com as cartas que Scarlett escreveu para o Lenda, o mestre de caraval, pedindo para que ele fosse realizar o evento, que acontece anualmente, nas ilhas conquistadas de Trisda, onde as irmãs moram, para o aniversário de Donatella. No ano 57, Scarlett escreve para o mestre Lenda dizendo que ele não precisa ir esse ano para Trisda pois ela vai se casar, e é justamente nesse ano que o Lenda finalmente responde a carta de Scarlett, dizendo que esse ano eles não viajarão para lugar nenhum, o evento vai acontecer na ilha de Lenda, na Isla de los sueños, e que a entrada vai ser feita somente por convite e inclui três deles na carta - um para Scarlett, um para Donatella e outro para o noivo de Scarlett.
Assim que recebe a carta, ela vai em busca de Donatella para contar a novidade, e a encontra na adega com Julian, um marinheiro que chegou recentemente na ilha de Trisda. Vendo a irmã com Julian, Scarlett a repreende por causa disso, sabendo que se o pai delas descobrirem, a punição será terrível e como era de se esperar, ela realmente foi. Donatella, após saber que elas foram convidadas para caraval, tenta convencer Scarlett a participar do evento, mas a mesma diz que não será possível, já que faltam dez dias para o seu casamento e que se o governador Dragna descubrir que ela saíram da ilha sem a sua permissão, a consequência será terrível. Donatella decide então, com a ajuda de Julian, sequestrar Scarlett para obrigá-la a ir a caraval, pois é a única forma para escapar de Trisda e do seu pai violento.
Mas afinal, o que é Caraval? Caraval é um evento de 5 dias em que o vencedor recebe um prêmio, e o prêmio do ano 57, é um desejo. Durante o evento, os participantes têm que resolver um mistério e recebem pistas para isso. O evento conta com diversos atores, participantes e espectadores, e durante o decorrer da história, não dá para saber quem é quem e o que é real ou não. Assim que Scarlett descobre o mistério desse ano - o desaparecimento de Tella-, ela tem que lutar contra o tempo para achar a sua irmã e voltar para casa antes do seu casamento.

Por que você deve ler esse livro: É um livro repleto de magia, personagens envolventes e um cenário bem detalhado, além de ter vários quotes bem interessantes e reflexivos - deixarei alguns no final da postagem -, sem contar a capa, que é MARAVILHOSA!

O que achei do livro: É uma história interessante e cativante, além de ter magia involvida e não dar para saber se o que acontece durante Caraval é real ou não, e se as pessoas são quem dizem que são, fazendo com que o final não seja previsível. Gostei do fato de Scarlett atribuir uma cor a cada sentimento, e também gostei da forma em que a autora escreve. Em relação aos personagens, passei quase o livro todo odiando a Tella e achando a Scarlett idiota, até chegar no final e tudo fazer sentido. A relação entre as duas irmãs me incomodou um pouco, já que Tella é totalmente imprudente e as consequências sempre são sofridas por Scarlett, que faz de tudo para proteger a sua irmã. Donatella chegou inclusive a sequestrar Scarlett para obrigá-la a participar do evento, porque Donatella queria muito participar. Na parte do Daniel DeEng, cheguei a pensar várias vezes: "Scarlett, para de ser idiota e larga a sua irmã, deixa ela fazer o que quiser da vida dela!", mas entendo o lado de Scarlett, porque também tenho irmãos.

Nota: 5/5

"Cada pessoa tem o poder de alterar o destino se for corajosa o bastante para lutar pelo que deseja acima de tudo."
"O que pensa sobre o destino só se aplica ao passado. Nosso futuro só é previsível porque, como criaturas deste mundo, nós somos previsíveis"
"O futuro é muito parecido com o passado; geralmente, já está decidido, mas sempre pode ser alterado."
"Queria confiar nele, porém uma vida toda de desconfiança tornava isso impossível"
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O livro conta a história de Tom Ripley, um homem que ganhava a vida aplicando golpes nas pessoas e dependia de uma pequena soma de dinheiro que a sua tia o enviava todo mês para sobreviver. Tom Ripley foi criado pela sua tia Dottie, que o atormentava durante a infância, fazendo piadas sobre a sua sexualidade, e afirmando que Tom era uma fadinha igual o pai dele. A história de Tom começa a mudar quando é abordado pelo pai de Dickie, o senhor Greenleaf, que o pede para ir a Itália, onde mora o seu filho, para convencê-lo a voltar para os Estados Unidos em troca de dinheiro, já que a mãe de Dickie está com leucemia e o pai quer que o filho assuma a empresa de barcos. Ripley e Dickie eram apenas conhecidos, mas o senhor Greenleaf achava que eram amigos próximos, e por isso escolheu Ripley para essa missão. Ripley vai então para a Italia em busca de Dickie, mas não somente para isso, pois ele deseja recomeçar uma nova vida lá. Chegando na Itália, Ripley se encontra com Dickie e Marge na praia, e depois de conversar um pouco, os três vão para a casa de Dickie, e é aí que Tom começa a colocar o seu plano em ação. Percebendo que Dickie se mostra indiferente em relação a Tom e à amizade do mesmo, Tom acaba revelando para Dickie o real motivo de sua visita à Italia, e os dois riem juntos as custas do senhor Greenleaf. Depois disso eles se tornam grandes amigos e Ripley fica obssecado por Dickie. Tudo começa a mudar quando Marge entra no meio da amizade dos dois e começa a colocar Dickie contra Tom, fazendo com que Dickie se afaste. Ao notar o afastamento e a frieza de seu amigo, Tom acaba tomando uma atitude inimaginável. A história se passa em 1950.

Porque você deve ler esse livro: A história se passa na Itália (quer motivo maior?) e em alguns países da Europa. O livro é pequeno e você não vai precisar passar horas lendo. É um romance que fala sobre o perigoso de confiar em qualquer pessoa, porque nem sempre as pessoas são o que aparentam ser.

Minha opinião sobre o livro: Gostei bastante do livro e da forma em que foi escrito, e torci pelo Tom (me julguem!) apesar dele ser o vilão da história; algumas vezes senti raiva do Dickie e fiquei com pena da Marge. Os personagens foram muito bem construídos e a história é diferente. O final também me surpreendeu um pouco, pois não teve o desfecho que eu imaginei que teria. Tom é uma pessoa muito impulsiva, faz as coisas sem planejamento nenhum e é também um homem de muita sorte. Não sei dizer se acho o esperto ou não, porque mesmo sabendo que era arriscado viver em Roma depois do ocorrido, e que Dickie conhecia muita gente por lá, ele ficou mesmo assim. Dickie é uma pessoa que não sabe o que quer e é super egoísta; não gostava da Marge mas ficava com ela mesmo assim, sabendo dos sentimentos que ela tinha por ele, só porque não queria perder a amizade dela. Ele tinha consciência que não era e que não seria um bom pintor, mas não queria abrir mão da "profissão" de pintor para ajudar o pai na empresa, enquanto o senhor Greenleaf ficava em casa cuidado da esposa que estava muito doente. Para Dickie, tudo que importava era o dinheiro dos pais.
Como nada é perfeito, tiveram algumas coisas no livro que me incomodaram. A primeira delas foi os personagens serem tão ingênuos e não terem percebido o que estava acontecendo.  A segunda foi o fato de os detetives terem visto Dickie e Tom e não perceberem que era a mesma pessoa, já que não tem como mudar tanto assim só de ter colocado óculos e escurecer um pouco a sobrancelha. A terceira foi que a minha edição veio cheia de erros de digitação e algumas palavras estarem escritas de forma errada.

O livro foi adaptado para um filme que leva o mesmo nome do livro, e foi lançado em 1999.
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O livro conta a história de Sofia Alonso e Ian Clark depois que ela decide ficar de vez no século dezenove, incluindo detalhadamente o casamento dos dois e a difícil adaptação de Sofia no novo lugar. Aparecem alguns personagens novos - a tia do Ian e o primo -, e a autora nos conta várias diferenças entre o século 19 e o 21, uma delas sendo o fato de antigamente não ser costume se casar toda de branco.

Porque você deve ler esse livro: O livro se passa em 1830, os personagens são bem construídos e a trama é boa. É um livro de leitura fácil e que você não quer parar de ler. Sem contar que o Ian é maravilhoso e a Elisa é um amor de pessoa.

O que eu achei do livro: Apesar de não ter um assunto principal no livro, é uma leitura gostosa e que vale a pena, porém não me identifiquei muito com a Sofia e me incomodou um pouco o jeito dela falar (e olha que eu vivo no século 21!); ninguém usa tantas gírias assim para falar a não ser os traficantes do Rio de Janeiro. Também não entendi a necessidade da autora colocar a Cassandra na história (a tia do Ian), já que ela não acrescentou muito no livro. O livro é relativamente grosso sem ter necessidade (476 páginas). Me emocionei em algumas partes e ri em outras, e adorei o jeito de escrever da autora. Outro ponto a ser destacado é a amizade entre a Nina e a Sofia, que achei incrível. Gostei da forma que uma apoia a outra, e que mesmo a Sofia estando 200 anos atrás de Nina, ela arruma um jeito de se comunicar com a amiga e contar o que aconteceu na vida dela desde a última vez que se viram.

Nota final: 4,5/5
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